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11 estratégias para ter sucesso com o seu e-commerce

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11 estratégias para ter sucesso com o seu e-commerce
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Quer montar o seu próprio e-commerce?

A ideia é ótima, pois esse é um mercado muito promissor e lucrativo.

Segundo dados da Big Data Corp., o segmento de e-commerce continua em expansão no país.

A modalidade já cresceu 9,23% em 2017, alcançando a marca de 600 mil lojas, conforme pesquisas sobre o setor.

Embora esse avanço seja menor do que nos anos anteriores, a consistência revela maior maturidade.

O mercado está começando a estabilizar em uma média mais sustentável e isso é perfeito para o sistema de comércio eletrônico.

Então, o que falta para você investir nesse setor?

Neste artigo, vou explicar o que é e-commerce e para que serve, dar dicas sobre como montar um e-commerce e ainda trazer exemplos de e-commerce para você se inspirar.

Acompanhe a leitura e veja como abrir uma empresa na internet!

Entenda o significado de e-commerce

Embora falar em e-commerce traga à memória imediatamente a expressão comércio eletrônico, seu significado vai um pouco além.


Empreendedores alcançaram o sucesso em seus
negócios com a ajuda da conta.MOBI. Faça como eles.

Antes de mais nada, é bom entender que existem dois tipos famosos de comércio eletrônico: e-commerce e

marketplace.

Então, vamos começar pelo e-commerce.

Ele recebe esse nome quando traz produtos de uma única empresa, seja um fabricante ou revendedor, em uma plataforma virtual própria.

Outro ponto importante é que não existe um intermediador para o processo de venda.

Trata-se, portanto, de uma venda direta.

E-commerce e marketplace são a mesma coisa?

A resposta é simples e direta: não são!

Enquanto o e-commerce se concentra em uma plataforma virtual própria, o marketplace oferece uma plataforma comum para que várias empresas vendam seus produtos.

Ela é responsável por fazer a transação entre o processo de cobrança.

Na maior parte das vezes, também assume parcela da responsabilidade pela garantia da entrega e da qualidade do produto vendido.

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Entenda que e-commerce e marketplace são coisas bem diferentes.

O marketplace é uma excelente alternativa para os lojistas por ser simples de gerenciar, já que a estrutura está pronta para usar.

Necessita apenas de um cadastro inicial para catalogar seus produtos e, então, já é possível começar a vender.

Por outro lado, assim como toda plataforma terceirizada, o controle acaba ficando nas mãos de uma outra empresa.

Por isso, o benefício do e-commerce é que ele permite mais liberdade e controle.

Possibilita ao empreendedor definir a estrutura do negócio e o design da loja virtual, assim como todos os demais processos e operações.

Além disso, essa liberdade se torna essencial ao adquirir sua própria lista de contatos para e-mail marketing, criar ações promocionais, desenvolver diferentes categorias de produtos para diferentes nichos, entre outras tantas possibilidades.

Assim, o e-commerce é uma alternativa mais escalável, porém um marketplace é um opção mais econômica para iniciar.

Como surgiu o e-commerce?

A história do e-commerce é longa e muito curiosa – além de ilícita.

Tudo indica que se originou na década de 1970, quando alunos da faculdade de Stanford e do MIT usaram a Arpanet para comercializar drogas, especificamente maconha, entre os estudantes.

Sim, é isso mesmo. Você não leu errado.

A Arpanet foi uma espécie de antecessora da internet, que foi desenvolvida pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Contudo, a primeira demonstração real e legal de uma plataforma de compra e venda online só aconteceu depois.

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Tudo começou com estudantes em 1970 e no futuro se tornou uma grande fonte de vendas.

Foi em 1979 que Michael Aldrich, renomado empreendedor e executivo do ramo de TI, apresentou um projeto que permitia fazer compras online através de uma televisão modificada, que ele chamou de Videotex.

Esse precursor foi chamado de teleshopping.

Contudo, apesar do nome, não é nada como ver os produtos na televisão e ligar para uma plataforma de televendas.

E, sem dúvidas, nesse momento você deve ter pensado em Polishop, mas esse tipo de negócio é chamado de telesales.

Dois anos depois, a empresa Thomson Holidays UK criou o primeiro sistema online de vendas B2B, com atuação no setor de turismo.

Sobre isso, é importante dizer que, embora a empresa tenha iniciado seu sistema de compra e venda online em 1981, somente em 1995 implementou e lançou seu primeiro site.

E o que isso indica?

Que website e plataforma de vendas não estavam necessariamente associados, como acontece nos dias de hoje.

Cada um era específico.

Além disso, o acesso aos sistemas de e-commerce ainda era muito restrito e caro, fazendo com que somente grandes empresas o utilizassem.

O avanço dessa tecnologia foi tão importante que a primeira pessoa no mundo a fazer uma compra online foi entrevistada.

Essa compra foi feita por Jane Snowball através do Videotex, em sua própria casa, em junho de 1984. O processo ocorreu como fazemos atualmente.

Então, em 1990, tivemos o histórico lançamento do primeiro buscador da web, World Wide Wib (ou www), criado por Tim Berners-Lee.

Assim, navegar na internet se tornou uma atividade mais simples e acessível para usuários comuns, direto de suas casas.

À partir daí, o processo de e-commerce decolou!

Em 1992, foi criado o primeiro website comercial que vendia livros online, aceitando o pagamento com cartão de crédito.

Lembrou da Amazon?

Na verdade, não. As gigantes Amazon e eBay só foram fundadas em 1995. E em 1999, foi estabelecido o grupo Alibaba, na China.

A partir daí, muita coisa acontece, muitas outras lojas surgiram e chegamos à evolução que vivemos hoje.

Por que o e-commerce é um grande potencial de negócio?

Além de ser uma plataforma que integra dois processos essenciais, venda e atendimento ao cliente, o e-commerce também abre portas para automação, marketing, controle de finanças e estoque.

Isso também facilita e agiliza a gestão de frentes estratégicas, como a logística.

Logo, o e-commerce é, sem dúvidas, um alto potencial de negócios.

Segundo a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), no Dia das Mães de 2017, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 1,9 bilhão.

Isso representa uma alta de 16% em relação ao ano anterior.

Com marcas como essa, nosso país se posiciona no Top 10 de e-commerces no mundo.

Um potencial e tanto!

Quais os tipos de e-commerce?

Como já mencionei, existem diferentes tipos de sistemas para compra e venda online.

Dentro do sistema de marketplace e e-commerce ainda existem diferentes categorias para se explorar.

Vou falar um pouco mais sobre isso.

E-commerce B2B x E-commerce B2C

O e-commerce B2B é utilizado por empresas que têm como clientes principais outras empresas.

O porte das transações realizadas por elas obrigam que tenham uma plataforma mais complexa.

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Descubra o motivo pelo qual os clientes trocaram as lojas físicas por e-commerces.

A ferramenta é preparada para trabalhar com variáveis na tabela de preços, nas condições de pagamento, nas regras de pedido mínimo, nas aprovações de cadastro e limite de crédito, nos impostos e no frete.

Assim, em grandes transações, tudo aquilo que seria ponderado pelo comprador deve ser analisado pelo sistema.

Geralmente, as empresas que adotam esse sistema já possuem loja física e fornecem direto ao consumidor final.

No entanto, o que leva um cliente a comprar de uma loja virtual ao invés de comprar na loja física?

Um dos fatores determinantes é o preço. Os e-commerces oferecem preços muito mais atrativos, já que não possuem aluguel, salários, comissão de vendedores e a equipe é enxuta.

Além disso, também é mais prático, principalmente se considerarmos o consumidor que gosta de ganhar tempo ao comparar opções e preços.

E-commerce atacadista x E-commerce varejista

As definições se assemelham em muito ao que acontece fora do mundo digital.

O e-commerce atacadista trabalha com vendas em grandes quantidades e o maior desafio dessa categoria é na logística de entrega.

Bons parceiros para o transporte são essenciais.

Além disso, o e-commerce atacadista geralmente oferece a possibilidade de fazer o pedido online e retirar direto em uma loja física.

Isso otimiza o processo de compra para o outro lado, obviamente. Por isso, também é uma aposta muito atraente.

Já que estamos falando de grandes quantidades de produtos, esse tipo de e-commerce precisa de um espaço físico considerável para manter seu estoque e cumprir bons prazos de entrega.

Isso também implica na necessidade de uma plataforma muito bem sincronizada, para não vender aquilo que não tem capacidade para entregar, por exemplo.

Perceba que criar um e-commerce não é tão difícil. No entanto, criar um bom e-commerce já é um desafio maior.

E-commerce de produtos físicos x E-commerce de produtos digitais

Via de regra, quando falamos em e-commerce, logo vêm à cabeça aquela ideia de uma loja virtual de produtos físicos.

Essa categoria é simples e já estamos acostumados com esse tipo.

No entanto, existe uma modalidade que oferece produtos digitais.

Esse tipo de e-commerce vende ou aluga, essencialmente, conteúdo e informação disponível em forma de filmes digitais, e-books, cursos à distância, software ou games, por exemplo.

Alguns empreendedores defendem os benefícios dessa categoria e acreditam que supera muitos problemas com relação a estoque e logística.

Por outro lado, a concorrência no e-commerce de produtos digitais é grande e muitos dos itens podem ser adquiridos de forma ilegal ou através da pirataria, por preços mais baixos ou ainda, gratuitamente.

Exemplos de e-commerce bem sucedidos

O e-commerce se expandiu para o mundo todo desde que sua história se iniciou.

Por apresentar escalabilidade e lucro, algumas das maiores empresas da atualidade se estabeleceram dentro dessa modalidade de atuação.

Os casos de sucesso não se restringem ao exterior. No Brasil, a história se repete.

Veja alguns dos principais players desse mercado, segundo a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo:

B2W Digital

Talvez você não conheça essa empresa e nem entenda como ela pode ocupar a primeira posição.

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São muitos exemplos que servem de inspiração.

Mas certamente já comprou em um dos e-commerces mais populares do seu grupo: Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato.

Sozinho, o grupo faturou mais de R$ 10 bilhões no último ano.

Cnova.com

Esse também é um grupo com quatro e-commerces: Extra, Casas Bahia, PontoFrio e Barateiro.

Por sua vez, alcançou R$ 3,4 bilhões de faturamento no mesmo período.

Magazine Luiza

A Magazine Luiza possui o próprio e-commerce e também controla a loja virtual Época Cosméticos.

Seu faturamento ultrapassou R$ 2 bilhões de reais ano passado.

Outros destaques importantes

Privalia ficou em 4º lugar e o Grupo Netshoes e Zattini ficou em 5º lugar.

Além dessas, outros nomes conhecidos que figuram na lista dos Top 50 e-commerces do Brasil são: Dell, Saraiva e Livraria Cultura, Ultrafarma, Renner, Mobly e Madeira Madeira.

A última posição da lista faturou cerca de R$ 4 milhões.

Em nível mundial, o Walmart figura entre os maiores varejistas do mundo, segundo a Forbes.

Amazon, Aliexpress e eBay estão entre os e-commerces mais acessados.

Eles também abriram portas para que as práticas de importação e exportação se disseminassem ainda mais.

Também algumas barreiras foram ultrapassadas, como idiomas e as burocracias do processo.

Como abrir seu e-commerce: 5 pontos de atenção

Bom, até aqui já ficou mais claro quais são os segmentos do e-commerce e como esse mercado é promissor.

Além disso, as proporções do segmento são grandes, promissoras e ele pode ser sim, um excelente negócio.

O maior problema costuma ser saber como começar.

Por isso, vou falar agora dos cinco principais pontos de atenção para criar seu e-commerce.

1. Como criar um site?

Criar um e-commerce já não é tão difícil, tecnicamente falando.

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Ter um site funcional e prático fará com que suas vendas sejam melhores.

Não é necessário contratar um programador e nem ser um para desenvolver sua loja.

Hoje, existem templates prontos e basta que você adapte às suas necessidades.

Lembre-se que a sua plataforma precisa ser atraente, funcional e intuitiva.

A boa organização de produtos, utilizando categorias e subcategorias fáceis de entender ajuda a melhorar as suas vendas.

É importante garantir que o cliente consiga encontrar o que deseja e que esse processo seja rápido.

Uma das plataformas mais utilizadas e gratuita é o WordPress.

2. Como escolher o melhor servidor?

Você deve pensar em escalabilidade e se prevenir contra problemas técnicos, investindo em um bom servidor.

Isso evita problemas típicos de um e-commerce mal planejado, como a lentidão no carregamento de páginas.

Por isso, você deve fazer uma boa pesquisa sobre a qualidade de servidores.

3. Como planejar um bom sistema de cobrança?

O sistema de cobrança é o calcanhar de Aquiles de um e-commerce.

Ele precisa ser extremamente seguro, já que seus clientes colocarão dados pessoais e bancários nesse sistema.

Além disso, existe a possibilidade de utilizar um meio indireto de pagamento, que tem como vantagem o fato de ser mais rápido e prático na hora do cliente fazer o check out.

Por isso, se seu e-commerce ainda é novo, vale a pena investir em um sistema com boa reputação.

4. Como fazer uma boa gestão de estoque e uma boa logística de entrega?

Um dos maiores desafios, tanto do comércio virtual quanto físico, é manter a boa gestão de estoque e logística.

Para ter sucesso é preciso ter controle entre a oferta e procura.

O desafio está em ter a quantidade necessária de produtos – nem excesso e nem a falta podem ocorrer.

Além disso, também é importante armazenar os produtos corretamente e tê-los à disposição para poder fazer as entregas o mais rápido possível.

Esse é um diferencial importante e a maior parte dos clientes valoriza muito a agilidade desse processo.

Você pode optar pelos Correios, dependendo do tamanho do seu e-commerce.

A medida que as coisas forem se estabelecendo e o seu negócio for ampliando, você pode fazer parceria com transportadoras.

5. Como organizar o sistema de atendimento ao cliente?

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Invista no atendimento e tenha compradores satisfeitos.

Além de todo o operacional, também é indispensável ter canais para a comunicação com os clientes.

Um comprador satisfeito traz muitos outros consigo.

Por outro lado, custa muito caro para uma empresa reconquistar um comprador insatisfeito.

Por isso, é importante ter um processo eficaz, com bom atendimento.

Ter um negócio com boa reputação é essencial para você conquistar uma primeira impressão de confiança e, então, mostrar porque essa reputação existe.

Um reflexo negativo no atendimento, certamente virá sobre as vendas e o faturamento.

11 estratégias para ter sucesso com o seu e-commerce

Para seu e-commerce decolar, é importante que você tenha autuação e posicionamento estratégicos.

Você pode explorar todos os potenciais do seu negócio ao observar aquilo que grandes e-commerces fizeram, que deu resultados e replicar.

Por isso, vou deixar algumas estratégias para que você possa estruturar para o seu modelo de negócios.

Confira onze delas a partir de agora!

1. Segmente seus clientes

Muitos e-commerces atuam com cada vez mais diversidade de produtos e, nesses casos, a segmentação se faz muito necessária.

Baseado no perfil cadastral do seu cliente, faça e-mail marketing, promoções e ofereça aquilo que ele está disponível a comprar.

2. Marketing de conteúdo também é para e-commerce

Essa estratégia já ganhou seu lugar no mercado pelo alto potencial em alavancar um negócio e pelo relativo baixo investimento.

Quando você oferece conteúdo de valor e relevância para o seu cliente, ele tende a se interessar pelo seu negócio e a respeitá-lo cada vez mais.

E quando se lembrar de algo no seu segmento, adivinha qual a primeira opção que tende a vir na mente dele?

3. Defina quem é seu cliente

É muito importante definir quem é seu cliente e com quem você está falando.

Assim, você vai saber exatamente como fazer as suas oferta, quais produtos oferecer e para quem.

Como a internet é um negócio de nichos, saber exatamente quem é seu cliente vai te ajudar muito.

Ainda mais importante é definir a persona.

A persona é um perfil extremamente detalhado do seu cliente, como se ele fosse uma pessoa real, para você se comunicar diretamente, sem errar na linguagem.

Definindo a persona, você pode produzir conteúdos muito mais direcionados e efetivos.

4. Entenda o que ele quer ler e defina as pautas

Após definir a persona, outro passo que importa muito é saber como estruturar aquilo que você vai dizer ao seu cliente.

É essencial que entenda em qual etapa de compra está o seu cliente.

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Conteúdo interessante, calendário editorial e pautas elaboradas são importantes para manter um bom relacionamento com o cliente.

Assim, irá saber como vai falar com ele.

Por exemplo, se precisa despertar curiosidade, influenciar a compra, manter o relacionamento, etc.

Nesse sentido, também é importante perceber que a empresa sempre precisa produzir um relacionamento com o cliente, para que possa despertar nele a confiança e estreitar vínculos.

5. Mantenha a constância utilizando um calendário editorial

Além de conhecer o cliente e manter um relacionamento com ele, é muito importante que você seja constante ao fazer isso.

Mas como?

Um calendário de conteúdos, publicações e e-mails vai gerar consistência e, consequentemente, interesse do usuário.

Isso faz com que ele crie o hábito de voltar até seu e-commerce, pois sabe que lá também sempre há algo novo que lhe interessa.

Isso aumenta a credibilidade.

6. Aumente o ticket médio

Outra estratégia muito eficaz dos e-commerces é elevar as opções para o usuário comprar mais.

Isso quer dizer que o consumidor tende a gastar mais, já que encontra mais coisas do seu interesse.

Em termos técnicos, isso se chama aumentar o ticket médio.

Essa estratégia funciona como a organização das vitrines das lojas.

Percebe como é difícil comprar somente aquilo que você planejou em uma loja?

7. Seja assertivo para fidelizar os seus clientes

Além de levar o cliente a comprar mais, é essencial que ele não seja o cliente de uma compra só e volte a comprar mais vezes.

Para isso, ofereça cupons de desconto, programas de fidelidade, entre outras vantagens e benefícios.

Essas estratégias também ajudam a aumentar a satisfação dos clientes, pois eles se sentem mais valorizados com o valor agregado à sua compra.

8. Categorize seus produtos de forma intuitiva e estratégica

Essa estratégia consiste em agrupar produtos diferentes, mas com uma mesma utilidade em comum, que possa atrair o público.

Além disso, ainda é possível dividir os produtos por faixa de preços e outros filtros.

9. Simule a experiência em sua loja virtual como é em uma loja física

É importante que você encare o seu e-commerce como aquela loja que só “o olho do dono engorda os porcos”.

Isso mesmo!

Manter o monitoramento das suas vendas, das métricas e otimizar os resultados continuamente deve ser o seu foco.

Além disso, procure qualificar o seu site para garantir seus resultados.

Uma das experiências mais atuais que poderia exemplificar essa relação virtual x real é a oportunidade de pedir descontos em algumas lojas virtuais, por exemplo.

10. Monitore o tráfego do seu site

E falando em métricas, não poderia deixar de falar de monitoramento de tráfego.

É muito importante ter esse acompanhamento diária ou semanalmente.

Isso ajuda a melhorar suas estratégias para atrair mais visitantes, como melhorias no SEO e criação de referências para web.

11. Tenha um preço competitivo

Com a facilidade de consultas na internet, não é de se desconfiar que o que leva o consumidor a escolher um produto em uma ou outra loja seja o preço.

Sabendo disso, é essencial monitorar o mercado e trabalhar com um preço competitivo. É preciso ser dinâmico e desenvolver uma ação estratégica a esse respeito.

É preciso fazer um estudo e considerar se vale a pena diminuir a margem de lucro e ganhar em volume.

Conclusão

Um dos maiores diferenciais dos e-commerces é a possibilidade de atender tanto mercados enormes, quanto nichos muito específicos.

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Os e-commerces ampliaram as vendas e os mercados, criando mais oportunidade para o comprador e o vendedor.

As duas formas de atuação podem dar excelentes resultados se a atuação for estratégica.

A internet abriu portas para que pequenas lojas pudessem ampliar os seus horizontes ao fazerem ofertas para o mundo.

Além disso, uma loja física fica restrita ao espaço, mas os e-commerces permitem ofertar uma enorme variedade de produtos também.

É importante ter um público definido, estar atento para conhecer mais sobre ele e quais os potenciais nichos de mercado você pode atuar.

Isso te dará a oportunidade de aproveitar da melhor forma possível as oportunidades oferecidas.

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